Vendas online alcançarão US$ 523 Bilhões em 2020 nos EUA segundo a Forrester Research Inc., o número de consumidores on-line vai atingir 270 milhões até 2020.

Este número é impulsionado em grande parte pela atividade em dispositivos móveis. As receitas com vendas on-line devem ultrapassar apenas nos Estados Unidos a cifra de US$ 523 bilhões nos próximos quatro anos.

Um novo relatório da Forrester, intitulado "U.S. Cross-Channel Retail Forecast ", prevê que as vendas on-line vão crescer a uma taxa média anual de 9,32% entre 2015 e 2020. Mais importante para os varejistas, no entanto, é o aumento esperado no número de compradores online, principalmente a partir de smartphones e tablets.

A Forrester projeta um aumento de 26 milhões de clientes do varejo online até o final desta década, chegando a 270 milhões, já considerando dados tecnológicos como o aumento da velocidade de conexões sem fio e telefonia móvel, tornando a experiência de compra a partir destes dispositivos cada vez mais satisfatória.

Em 2015 eram 244 milhões de consumidores. "O tamanho da tela para telefones celulares têm aumentado gradualmente e redes sem fio são melhores do que antes, o que tornou a navegação na Web mais fácil do que nunca", escreve Sucharita Mulpuru, o autor do relatório e analista principal da Forrester .

"Além disso, os consumidores estão mais acostumados a usar seus telefones em todos os lugares e fazer compras é um subproduto desta comodidade."

No entanto o cenário Mobile é mais do que um simples canal para compras on-line.

Os dados da pesquisa projetam que os dispositivos móveis influenciaram mais de US$ 1 trilhão em compras apenas em 2015 entre as transações online e offline. A pesquisa no entanto não oferece nenhuma projeção de influência das compras via mobile está prevista para 2020.

"Esperamos que a velocidade e disponibilidade de redes de telefonia móvel continue a crescer rapidamente, o que deve catalisar significativamente o quanto as pessoas usam seus telefones para fazer compras e quão rapidamente eles podem recuperar informações", escreve Mulpuru.